terça-feira, 14 de março de 2017

Shows: The Pretty Reckless - Belo Horizonte/2017

Olá pessoas!
Tudo bem com vocês?
Espero que sim! :)

E o final de semana, como foi?
Espero que bom, porque o meu foi ótimo! Pelo menos o sábado, né, porque o domingo eu simplesmente morri no sofá e ficou por isso mesmo... haha

Mas enfim, é com muita felicidade no coração que o post de hoje será sobre mais um item concluído da minha lista de Coisas Para Fazer Antes de Morrer. E também sobre o motivo do meu sábado ter sido bom. Falarei brevemente sobre o show da banda The Pretty Reckless que aconteceu no sábado, 11/03/2017, na Serraria Souza Pinto em Belo Horizonte.

Pra quem não sabe, eu curto a banda faz bastante tempo já. Se não me engano, desde de 2011/2012 +/-, mas só agora tive a oportunidade de ir a um show deles. Eu tava bem ansiosa, confesso, até porque já fazia muitooooo tempo que não ia a um show desse tipo. E caramba! Já tinha me esquecido da energia maravilhosa que é um show assim. Dancei, pulei, gritei e cantei muito mesmo!

Infelizmente, a Serraria tava bem vazia. O show de BH não foi muito disputado. Mas sempre tem o lado bom né, que é você não precisar ficar brigando pelo seu lugar enquanto assiste o show... rs
Mas mesmo a Serraria estando vazia, o show não deixou nada a desejar. Apesar da Taylor estar doente e ter largado o palco duas vezes no meio das músicas, acredito que por não estar muito bem, e a bateria ter dado umas falhas técnicas no início do show, nada disso atrapalhou a energia da banda ou do público. Aquele foi um momento muito esperado para muitos fãs.

Eu fui de pista comum, porque achei a budzone muito cara para meu atual bolso falido e acabei ficando um pouco mais afastada do palco. Também não tirei fotos nem fiz vídeos durante o show. Meu negócio é aproveitar mesmo. Deixar a música invadir meu corpo e minha alma e me jogar. E foi isso que eu fiz. Gravei só uns pequenos trechos de umas 3 músicas que postei no stories do instagram na hora do show só e as fotos que fiz foram bem poucas e antes do show. Por estar na pista comum também, acabou ficando meio longe pra fazer qualquer foto que prestasse. Mas colocarei algumas aí embaixo, com os devidos créditos, de uma fotógrafa que tirou algumas.

Sobre o set list, tinha algumas músicas do novo álbum, Who You Selling For, já que a turnê é de divulgação dele, mas também não faltou algumas das mais antigas que todo mundo ama. Veja abaixo o setlist do show de BH:


E agora vamos as fotos. As 5 primeiras foram as que eu fiz. Maioria foi selfie mesmo. E foi com pessoas que conheci na fila ou que já conhecia antes. Uma coisa super bacana que aconteceu nesse show é que pude conhecer pessoalmente a linda da Van, do blog Zombie Effect, que conheci graças ao blog. Como eu amo as possibilidades que a internet nos traz... ♥ (A propósito, conheçam o blog dela que é ótimo!)
Já as demais fotos são de autoria da fotógrafa Polly Rodrigues para o site Audiograma.

Na fila.
Com a Van, do blog Zombie Effect.
Na fila.
Antes do show começar. Olha só como tava vazia. Ficou basicamente assim até o final... :/
Selfiezinha básica antes do show começar.
Foto da fotógrafa Polly Rodrigues para o site Audiograma.
Foto da fotógrafa Polly Rodrigues para o site Audiograma.
Foto da fotógrafa Polly Rodrigues para o site Audiograma.
Foto da fotógrafa Polly Rodrigues para o site Audiograma.
Foto da fotógrafa Polly Rodrigues para o site Audiograma.
Foto da fotógrafa Polly Rodrigues para o site Audiograma.

E é isso gente. Eu curti de mais o show. A Taylor é uma linda e super carismática. Agradecia o público durante todo o show e sua performance também não deixa nada a desejar. Sem falar na voz incrível dela, né... rs

E vocês, conhecem a banda? Já foram em algum show? Me contem aí embaixo! :)

Espero que tenham gostado!

Beijos e até o próximo post! ;***


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terça-feira, 7 de março de 2017

Outfit: Pentagram Girl

Oi gente!
Tudo bem com vocês?
Espero que sim! :)

Desculpem o sumiço, mas eu ainda tô tentando me organizar depois que voltei de férias...
Pra falar a verdade, minha cabeça tá uma confusão só e desde sábado que não tava muito bem graças a famigerada tpm, que no meu caso não é só pré, mas também durante... rs
Mas hoje acordei um tiquin de nada melhor e já começo a ver luz ânimo no final do túnel... haha
Sendo assim, resolvi tentar reorganizar e voltar com as postagens frequentes aqui no blog.

E hoje vim trazer pra vocês mais um look que usei esses tempos pra trás. Tava doida pra usar essas peças que comprei há pouco tempo e finalmente consegui usar. Como podem ver, peguei tudo que tinha de pentagrama no armário... haha

Usei esse look pra ir no níver de 90 anos do meu avô. E depois acabei usando novamente para viajar. Além de confortável, graças ao tecido, que é malha fria, ele é bem fresquinho, mesmo o cropped sendo com uma manga um pouco mais comprida. Optei pelo all star porque o aniversário era num lugar que não colaborava com salto e pra viajar é sempre melhor um sapato mais confortável. E no final, amei o resultado. Ah, pra viajar também troquei a bolsa pela velhinha de sempre, que cabe mais coisa.. rs

Aproveito para dizer que a cara de assustada é porque tava fazendo as fotos sozinha. Colocava no timer e saía correndo, por isso desconsiderem a cara e a qualidade de algumas que não está das melhores.. haha







Cropped e Saia: Reversa / Colar e brincos: Ravenous [cupom 10% off: monevenzel] / Bolsa pentagrama: Queen of Bones / Converse All Star: Calçados Miranda / Choker e presilha de mão: eBay /

A maquiagem tava mais basiquinha, só pele, delineado e batom porque além de muito calor e pouco tempo, eu não tava muito afim de me maquiar... rs
E a unha sem fazer declara todo meu desleixamento com as unhas ultimamente... haha

Enfim, é isso. Amei de mais esse look e essa saia é minha mais nova paixão. Na verdade, o look inteiro é.. rs

Beijos e até o próximo post! ;***


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sexta-feira, 24 de fevereiro de 2017

Livro: Os Goonies - James Kahn

Oi gente!!
Tudo bem com vocês?
Espero que sim! :)

E aí, como foi a semana de vocês? Espero que boa! A minha foi muito boa, tirando hoje que estou voltando ao trabalho. E pior, já voltei passando raiva.. ninguém merece, né..
Mas deixa o lado ruim pra lá porque as férias foram boas de mais pra serem estragadas assim e semana que vem ainda tem feriadão de carnaval. ^^

Bom, o post de hoje é sobre mais uma das minhas últimas leituras e o livro da vez é o Os Goonies, que foi uma história criada por Steven Spielberg pro cinema, mas traduzido em livro por James Kahn. Bora a sinopse e capa do livro?


"É verão na pequena cidade costeira de Astoria e os Goonies estão preocupados. Poderosos corretores de imóveis ameaçam ocupar o bairro de Goon Docks para transformá-lo num grande loteamento.
É quando Mikey encontra um velho mapa de piratas e os garotos saem à procura do tesouro que poderá salvar suas caras.
Só que não esperavam encontrar esqueletos armados de espada, uma passagem subterrânea cheia de armadilhas e uma perigosa quadrilha de falsários, ansiosos por eliminar os Goonies.
Mas o grupo fez um juramento de continuar unido, houvesse o que houvesse... E foi a sorte deles, porque ia começar o período mais incrível de suas vidas...
FAÇA O JURAMENTO. JUNTEM-SE À AVENTURA."


Queria começar dizendo que não farei uma comparação com o filme, falarei apenas o que achei do livro, até porque não tenho certeza se já assisti o filme e se por acaso o fiz, faz tanto tempo que não me lembro de mais nada. O que me deixou nessa dúvida se já vi ou não foi o final do livro onde eu tive uma sensação de déjà vu e achei já ter visto o filme na infância.

Mas enfim, esse foi um livro lançado no Brasil pela minha amada Darkside Books. Então não preciso nem comentar sobre a qualidade dele, né!? O livro é lindo. A minha edição é a de colecionador, com uma capa dura meio amarronzada com uma caveira na frente e um detalhe em dourado como se fosse um medalhão com o nome do livro, criador da história e o escritor do livro. Os outros detalhes da capa também são em dourado. As páginas são amareladas, letras em tamanho normal e a minha edição também veio com um poster que de um lado é o mapa que os Goonies usaram em sua aventura e do outro um crânio com algumas informações logo abaixo. Veja fotos ao final do post.

A história do livro consiste em uma turma de amigos que estão em seu último dia juntos, pois todos terão de mudar do bairro que sempre moraram e nesse último dia resolvem se embrenhar em uma misteriosa aventura que envolve esqueletos piratas, cavernas e túneis subterrâneos escondidos, armadilhas perigosas, uma quadrilha de ladrões maus, criaturas desconhecidas e um tesouro perdido. E tudo isso se torna possível graças a forte amizade que os une. Como o próprio Spielberg disse, essa é, além de tudo, uma história sobre amizade e união.

Durante a busca pelo tesouro perdido, Os Goonies passam por várias situações perigosas que colocam suas vidas em risco e alguns até pensam em desistir, mas a verdade é que cada um é uma peça super importante para vencer as armadilhas que as misteriosas cavernas subterrâneas escondem e sozinhos, nenhum deles poderia achar o navio pirata que escondia uma grande riqueza. E no final, quando você acha que a história acabou e está tudo perdido, vem uma surpresa e muda tudo.

Só com isso vocês já podem imaginar como é a história, não é mesmo? Ela tem um ritmo muito bom e a cada página que você lê, você fica mais curioso com qual será a próxima furada que eles vão entrar e como vão sair daquele bizarro lugar. Eu li o livro em três dias, só no tempo que estou dentro do transporte público, mas acredito que se pegasse direto, leria em um dia e meio. É realmente muito rápido e fluído de ler. Vamos agora a mais algumas fotos:







E é isso gente. Espero que tenham gostado.
Depois eu vou procurar o filme pra ver (ou rever) e conto aqui o que achei dele também.
E vocês, me contem, já leram o livro ou viram o filme? O que acharam?
Quem ainda não leu o livro, ficou interessado?


Beijos e até o próximo post! ;***


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terça-feira, 14 de fevereiro de 2017

Bate-Papo #8 - Sobre a Sensação de Não Pertencimento

Ei gente!
Tudo bem com vocês?
Espero que sim!

Antes de mais nada, queria dizer que tô preparando os posts sobre a viagem para postar em breve por aqui. Acho que terei que dividir em duas ou mais partes, já que tenho muitaaaas fotos e bastante lugares pra mostrar pra vocês.. rs
Fiquem de olho que sai em breve! :)

Foto só pra ilustrar o post... ^^'

Mas enfim, o post de hoje é sobre outra coisa. Apenas mais um bate-papo daqueles reflexivos que de vez em quando venho fazer aqui. Sempre que volto de viagem fico MUITO pensativa, reflexiva, filosófica, nostálgica e coisas do tipo e acabo ficando mais propensa a escrever coisas desse tipo.. rs

A verdade é que sempre que viajo, principalmente quando a viagem é muito maravilhosa igual foi a última, eu me sinto totalmente perdida na vida e no mundo. Sou tomada por uma sensação de não pertencimento gigantesca que eu simplesmente não sei lidar, e espero que escrever esse texto me ajude a superar isso.. rs

Não é que viajar me faça me sentir assim, porque na verdade eu sinto isso muitas vezes na vida, mas talvez com menos intensidade. E quando viajo isso bate mais forte em mim. Talvez por não me identificar com o lugar onde moro e com a vida que tô levando e depois que volto percebo isso ainda com mais força. Deixa eu tentar explicar melhor.

Desde nova eu sempre me senti como se fosse a excluída de tudo, porque na verdade eu era mesmo. Quem sofreu bullying sabe bem como é achar que a gente é sempre a bolacha fora do pacote. Aquela que tá sempre boiando em tudo e que não pertence a nenhum grupinho e coisas do tipo. Acontece que mesmo depois de crescer e me encontrar um pouco como ser humano, passar a me identificar com o universo alternativo e tal, eu ainda continuo me sentido assim. Não pertencente a nada. Não representada. Sei lá como explicar...

Eu não sei se isso é fruto dessa nossa sociedade que anda cada vez mais individualista e nos ensina desde cedo a ser assim ou se é algo meu. Não sei se é eu que tô ficando velha, chata e ultrapassada, ou se são as pessoas que estão cada vez mais misturando as coisas.

Vou dar uns exemplos bem bobinhos, mas que ajudam a entender melhor isso. Hoje em dia tenho visto muitas pessoas que aparentemente são alternativas, aderindo aos funks da vida e cantando, dançando e sei lá mais o quê essas músicas. Não que haja algum problema com o funk, afinal de contas ele faz parte da nossa cultura sim, mesmo que muitos não gostem, mas é que antigamente, a maioria dos alternativos simplesmente abominavam a maioria dessas músicas por terem, em sua maioria, letras super escrotas e tal. E hoje em dia tá todo mundo cantando "meu pau te ama" pra tudo que for lado.

Antigamente era possível ver por aí, pessoas ditas alternativas se engajando em causas políticas, estudando as coisas antes de sair falando o que não sabe por aí, lutando por causas igualitárias e tal, mas hoje em dia só vejo gente brigando no facebook pra defender sua pseudo opinião de internet sem estudar de fato sobre o que fala.

Eu sei que o fenômeno das redes sociais também influencia e muito nesse tipo de atitude, afinal de contas, acho que todo mundo anda buscando essa tal sensação de pertencimento que ninguém acha, e jogar seus discursos sem fundamentos na internet para ganhar alguns likes, faz com que as pessoas se sintam pertencentes a um grupo imaginário de pessoas que concordam com ela em algum ponto. Mas isso me soa tão superficial no final das contas...

Outro exemplo é sobre as roupas. Antigamente, os alternativos tinham na moda sua marca registrada. Nada era tão passageiro assim. Mas hoje em dia até mesmo algumas marcas alternativas se valem de tendências, mesmo que apenas do universo alternativo, para continuarem vendendo e vendendo e vendendo. Como se no final das contas ninguém ligasse mais para o sentido daquilo ser identificar um grupo e não apenas lucrar com o capitalismo. E aqui também puxo minha própria orelha por muitas vezes me deixar levar nessas tendências. Sei que a culpa não é totalmente minha, afinal eu cresço e envelheço em uma sociedade que tem me ensinado desde cedo que tudo é descartável. Mas sei que também poderia estar mais atenta a essas coisas.

O que tenho visto é que ultimamente, cada vez mais, o alternativo e o mainstream se misturam e isso me deixa bastante preocupada. Será que um dia essa "globalização" se é que posso chamar assim, vai unificar tanto todo mundo que ninguém mais terá sua própria identidade?

Enfim, o que quero dizer é que no final das contas eu sinto uma tristeza enorme por não conseguir me identificar a fundo com nada. De não me sentir pertencente a algo maior. Às vezes, até mesmo com meus amigos, eu me sinto totalmente fora da "realidade". E sei que isso não é errado, porque as pessoas são diferentes, afinal, mas é que junta com o todo e acabo me sentindo assim, a errada do "pacote". Eu vejo as pessoas na internet e não me identifico com elas. Eu vejo os alternativos na internet e não me identifico com eles. Como se eu fizesse parte de uma outra realidade. Eu admiro muitos, mas não me sinto pertencente ao mesmo mundo que a grande maioria. E por favor, não me venham com papo de religião aqui porque isso vai muito além disso. Eu me sinto perdida por não saber o que eu sei lá que eu teria que saber (olha só o estado da pessoa... rs).

E eu acho que é isso gente.. eu não sou muito boa em explicar as coisas, sabe.. mas espero que alguém tenha entendido um pouco o que eu disse. E se alguém entendeu, poderia comentar aí embaixo o que acha, se também sente algo parecido e tal pra gente trocar uma ideia. ^^


Um beijo a todos e até o próximo post! ;***



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sexta-feira, 10 de fevereiro de 2017

Outfit: Symbols Content

Olá pessoas!
Tudo bem com vocês?
Espero que sim!

Eu tô ótima! Não poderia estar melhor! Tô em viagem e tá sendo tudo muito lindo! Como já era de se esperar, tô numa cidade que tem praia e em breve trarei tudo sobre a viagem aqui pra vocês. Deixa só eu voltar e organizar tudinho. E é justamente por esse motivo que essa semana o blog ficou meio parado. A wi-fi aqui do hotel não tá funcionando no meu computador e acabei não conseguindo liberar postagens antes. Hoje consegui rotear a net do celular e por isso estou aqui.

Mas enfim, o post de hoje é de look. Usei pra ir almoçar na casa de uma amiga e depois usei mais uma vez pra sair pra algum lugar que no momento não me lembro mais, pois já tem um tempinho. Foi no final do ano passado... rs

Nesse look tô estreando essa touca linda da Stooge que eu comprei numa promoção que eles fizeram. Eu já era doida com ela, então aproveitei a baixa de preço. ^^
A calça e o cropped vocês já viram por aqui e o tênis é novo também porque meu antigo já tinha ido por água abaixo. Bora as fotos?







Não se enganem, eu não estava rindo, estava falando... rs

Cropped: SheIn (antiga She Inside) / Calça: Marisa / Touca: Stooge Style / Converse All Star: Calçados Miranda / Chokers: eBay /


Esse batom da foto em breve farei resenha por aqui também. Eu amei de mais ele e preciso indicar pra vocês.

No mais é isso gente. Espero que tenham gostado e fiquem de olho por aqui pra conhecer esse lugar maravilhoso que é Paraty, no Rio de Janeiro.


Beijos e até o próximo post! ;***


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quinta-feira, 2 de fevereiro de 2017

Revistas Alternativas: GOTHIC STATION

Oi gente!
Tudo bem com vocês?
Espero que sim!

E a semana, como tem passado?
Por aqui tudo tranquilo. :)

Bom, o post de hoje é sobre o mais novo projeto do Henrique Kipper e da Flávia Flanshaid. Henrique e Flávia são casados e são frequentadores da cena gótica em São Paulo desde 1990 e 1995, respectivamente. Eles também estão por trás do site Gothic Station que traz informações sobre a subcultura gótica desde 2008. Kipper também é ilustrador, quadrinista e professor de letras e já tem alguns trabalhos lançados voltados para esse universo gótico e alternativo. E Flávia também é psicóloga. Além de tudo isso, os dois também são DJs especializados em tendências góticas e darkwave e produtores de eventos no mesmo estilo.

Sabendo disso, vocês já podem perceber que os dois são bem entendidos sobre o assunto, né!? E sabe o que eles resolveram fazer com todo esse conhecimento? Transmiti-lo, em mais um meio, para os amantes, interessados e curiosos sobre a subcultura gótica. E sabe como? Através de uma revista.

A revista terá o mesmo nome do site, GOTHIC STATION, e seu objetivo é trazer aos amantes e interessados da subcultura gótica, novidades e informação sobre o assunto. E terá matéria para todos os gostos, desde pra quem tem 18 até quem tem 60 anos ou mais.


Só que pra isso acontecer, o Henrique e a Flávia lançaram uma campanha de financiamento coletivo no Catarse para poderem colocar o projeto em prática. E pra quem quiser ajudar, tem 27 tipos diferentes de pacotes, todos eles incluindo uma cópia física da revista.

E ajudando a revista a ser lançada, você não está ajudando só aos dois, mas sim a todos os envolvidos nesse universo como bandas, modelos alternativas (os), escritores, quadrinistas, estilistas, artistas de uma forma geral e muitos outros que terão um espaço com a sua cara para divulgarem seus trabalhos. Além de toda a comunidade gótica que poderá ter acesso a informações precisas e de qualidade sobre a subcultura.

E como tem 27 pacotes diferentes, todos bem diversos e que vão de um preço mais acessível até um mais elevado, todos podem ajudar.

Se você se interessou e gostaria de ajudar, é só clicar no link que deixarei abaixo. Lá vocês também poderão conhecer mais do projeto e dos envolvidos nele.

Ajude a Revista Gothic Station a ser lançada clicando aqui.

Aos alternativos de plantão, principalmente os góticos, ajudem, nem que seja com o pacote mais barato. Assim você ajuda a valorizar a cena e os envolvidos nela. Pra quem vive reclamando que a cena está morrendo, está aí uma ótima amostra de que isso não é verdade!

E é isso gente!
Espero que tenham gostado dessa novidade!
Eu confesso que fiquei bastante animada, até porque é muito difícil você ver esse tipo de projeto por aqui no Brasil. Com certeza apoiarei o projeto e assinarei a revista futuramente, se assim for a forma de adquiri-la. E quem sabe, um dia, vocês ainda não possam ver minha carinha por lá, né!? ^^


Beijos e até o próximo post! ;***


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segunda-feira, 30 de janeiro de 2017

Livro: A Hora da Bruxa - Hermes Lourenço

Olá pessoas!
Tudo bem com vocês?
Espero que sim! :)

Eu queria dizer que estou ótima! Um pouco ansiosa, mas ótima!
Entrei de férias quarta-feira passada, então não poderia estar melhor.. rs
E ainda fiz um ensaio lindo no sábado que me deixou ainda mais animada. Já postei uma prévia lá na página para quem quiser conferir.
E a ansiedade é porque segunda-feira viajo pra praia e eu tô muito louca pra voltar pro meu habitat natural... haha
Sem falar que é destino novo, então eu sempre fico feliz e ansiosa em viajar, principalmente pra novos lugares. Pra quem quiser saber, tô indo pra Paraty, no Rio de Janeiro e pelo que já vi, lá é maravilhoso. E é claro que registrarei tudo pra mostrar aqui pra vocês no Sereiando pelo Mundo.
Tava pensando aqui, vocês gostariam de um vlog da viagem? Nunca fiz, não sei fazer e não sei se vai ficar bom, mas eu posso tentar se vocês se interessarem. :)

Ah, e o pequeno sumiço foi porque desde o último post estive bem ocupada com os últimos afazeres no serviço e depois que entrei de férias com os afazeres pro ensaio citado acima. Mas agora já estou colocando tudo em ordem e, inclusive, deixando uns posts prontos aqui pros dias em que eu estiver viajando.

Enfim, tô aqui hoje para mais um post de livro pra vocês. Posso dizer que finalmente estou voltando a ler como antes. E hoje vou falar de um que li nos últimos tempos. O livro é o A Hora da Bruxa, do autor nacional Hermes Lourenço. Abaixo foto da capa e sinopse do livro.



"Miriam Anala é uma bruxa que, por se apaixonar, foi torturada e condenada à morte pela Santa Inquisição em outra vida.
Após sua morte, ela foi sentenciada injustamente a viver na escuridão.
Movida pela sede de vingança e como forma de corrigir o 'erro de julgamento', ela tem a chance de voltar em nosso presente e fazer justiça com as próprias mãos sobre seus inquisidores que vivem na cidade de Belo Horizonte.
Usando seus poderes, uma perseguição irá começar, e o sangue derramado poderia trazer-lhe a verdadeira libertação e registrar sua história.
Para impedi-la, um delegado e um maníaco irão persegui-la, movidos pelo mesmo instinto maléfico que a condenou no passado.
Uma caçada sem limites está prestes a começar em meio à descoberta de uma nova paixão."

Sinceramente, não sei nem o que dizer desse livro. Que livro! Gostei muito!
Como puderam ver pela sinopse, o livro é sobre a história de Miriam Anala, uma bruxa que sofreu uma injustiça no passado e teve o direito de voltar ao presente para corrigir o erro do universo e salvar muitas outras vidas de um sofrimento implacável.

Se você não ler a sinopse, você vai começar o livro achando que a bruxa é a vilã, mas a medida que as páginas vão passando, vamos tendo muitas surpresas que me deixaram de boca aberta. Sério gente, quando você vai descobrindo a real história por trás de tudo, você fica morrendo de raiva dos verdadeiros vilões e sente uma enorme pena da bruxa que tanto sofreu.

Apesar de ter só 196 páginas, o livro é muito intenso. A cada virada de página é uma reviravolta diferente. É um novo segredo exposto. É um novo personagem que aparece para completar a história. E quando você finalmente descobre todos os elos, você fica de cara com como tudo se liga e faz tanto sentido. O livro é muito envolvente. Te prende do início ao fim e não dá pra sossegar enquanto não termina a última página.

A única coisa que me chateou foi no final do livro a bruxa ter perdido todos os seus conhecimentos de anos e anos de experiência. Mas foi necessário. Era pra um propósito maior (e isso não é spoiler, tá!?). E outra coisa que me incomodou foram os erros de português presentes no livro. Errinhos bobos mesmo, mas que passaram.

Sobre a diagramação, páginas amareladas e letras em tamanho normal. Nenhuma ilustração além da da capa (que eu achei muito bonita por sinal). E uma coisa que ficou ruim foi a numeração das páginas que algumas vezes faltavam. Mas não interferiu na numeração em si, eles só não estavam aparecendo mesmo.



Enfim, para quem curte histórias de vinganças, cheia de reviravoltas, com personagens fortes e marcantes, com um pouco de suspense e com relatos de torturas e mortes, recomendo. Mas não se assuste com o que acabei de falar. No final você vai achar é pouco o que certas pessoas passaram.

E é isso pessoal! Espero que tenham gostado!
Agora me contem, quem aí já leu ou ouviu falar desse livro? O que acharam?


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terça-feira, 17 de janeiro de 2017

Arte e Artistas: As Ilustrações de Harumi Hironaka

Olá pessoas!
Tudo bem com vocês?
Espero que sim! :)

E o final de semana, como foi?
Espero que tenham passado bem.
O meu foi tranquilo. Sábado fui almoçar na casa nova de duas amigas que finalmente conseguiram ter um cantinho delas (só pra constar, elas não são um casal, são amigas dividindo um apê) e no domingo fiquei curtindo preguiça. Literalmente curtindo preguiça, pois dormi quase o domingo todo.. haha

Enfim, hoje tô abrindo uma sessão nova aqui no blog, a Arte e Artistas. Para quem não sabe, eu gosto muito de arte. E de todos os tipos! Artes plásticas, música, dança... tudo pra mim é arte nessa vida. E pensando nisso, resolvi ir trazendo aqui pro blog o trabalho de pessoas que fui encontrando nesse mundão afora e que fazem todo tipo de arte. Além de trazer o trabalho de pessoas que não são tão conhecidas assim nesse mundo afora, tenho pensado em falar também da arte de grandes artistas conhecidos mundialmente. Mas vamos ver como vou me sair nisso, né!? rs

Bom, no post de hoje eu mostrarei um pouco da arte de Harumi Hironaka. Eu não tenho muito pra falar da artista em si, pois não achei um site da artista ou uma página dela no face com mais informações, só o site de vendas mesmo então o que tenho pra falar dela é o que tá na descrição da bio do instagram dela. A Harumi é uma ilustradora e pintora peruana que viveu no Japão por um tempo e atualmente mora em São Paulo.

Agora, falando sobre as impressões que eu tenho da arte dela: Na minha opinião, as ilustrações da Harumi retratam um pouco dos sentimentos mais obscuros da mente humana: depressão, loucura, luxúria. Pra mim esses são os principais "temas". São ilustrações com uma pegada mais sombria, mas incríveis! Eu sou apaixonada pelas ilustrações dela. Os traços são mais delicados e que misturado a pegada mais sombria nos traz algo bem peculiar e forte. Desperta algo dentro da gente. Gosto de arte assim, que envolve e mexe com a gente.

Como eu não sou uma grande entendedora de arte (pelo menos por enquanto), apenas uma grande apreciadora dos trabalhos alheios, eu vou deixar algumas imagens abaixo do trabalho dela pra vocês entenderem melhor o que eu tô tentando falar:








E é isso gente. Eu espero que vocês tenham gostado dessa nova sessão no blog. Eu vou adorar poder apresentar pra vocês o trabalho de artistas perdidos nesse mundo afora.. rs

E se por acaso você é artista ou conhece algum que gostaria de ter seu trabalho visto por aí, entre em contato comigo pelo e-mail monevenzel@hotmail.com que eu terei o maior prazer em conhecer o trabalho em questão e apresentá-lo aqui no blog. E antes que pensem qualquer coisa, eu não cobrarei por isso, tá gente. Primeiro porque acredito que arte deveria ser algo que todo mundo devia ter acesso. Segundo porque acredito que os artistas precisam ser mais valorizados, principalmente no nosso país. Terceiro porque sei como é difícil ser artista e não ser reconhecido pelo próprio trabalho. E quarto, porque apesar de aceitar parcerias com lojas e coisas do tipo, esse blog não é algo comercial. É apenas um cantinho onde eu divido com vocês assuntos que eu gosto e acho válido compartilhar. :)

E se você quiser conhecer um pouco mais do trabalho da artista Harumi Hironaka, vocês podem segui-la no instagram e adquirir suas obras pela sua página no bigcartel.
A seguir os links: Instagram | Loja

Depois me contem aí embaixo o que acharam da arte de Harumi Hironaka. :)


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terça-feira, 10 de janeiro de 2017

Outfit: Cute but Psycho

Oi gente!
Tudo bem com vocês?
Espero que sim! :)

E aí, como tem passado?
Eu tô indo bem, na medida do possível. Tenho tentado ao máximo não deixar as bads da vida me atingir e, também na medida do possível, tenho me mantido animada com os planos que tenho pra esse ano e que espero colocar em prática. E olhem só pra vocês verem que gracinha, tenho consigo manter o blog mais atualizado nos últimos dias. Será que manteremos a média? haha

Enfim, o post de hoje é um de look do dia do ano passado ainda (como se tivesse muito tempo... rs)
Usei esse look pra ir num barzinho com minha família comemorar os 25 anos de casados dos meus pais e alguns dias depois o repeti para o Natal. E sim, repeti tudo igualzinho porque sou dessas. Tava muito quente e eu se quer tava conseguindo pensar pra poder montar outro look. E como gostei muito dele, resolvi repetir. Ainda bem que roupa não é descartável, né gente!? Pode repetir a vontade...
Bora ver as fotos?









Tchutchuquinho sempre marcando presença nos looks. ♥

Tá aprendendo a gostar de tirar foto esse trenzinho... haha ♥
Cropped: Holyshit / Kimono: Choies / Choker: eBay / Boots: Loja Couro Bolsas - Loja Eldorado / Short: Lojinha na Praia do Morro - Guarapari/ES

Como eu disse tava muito quente, e ainda continua, e eu não fiz nada de mais, inclusive na make. Coloquei a roupa e achei que tava faltando algo, então joguei esse kimono por cima e achei que casou certinho. O bom é que ele é beeeeemmm levinho, então nem incomoda muito. E esse cabelo também foi fruto do calor, já que não tava aguentando ficar com ele solto, mas não queria só prender num rabo de cavalo. Então resolvi testar esse "penteado" já que tinha comprado aquelas esponjinhas pra fazer coque e era doida pra tentar. Super curti o resultado.. ^^

Sobre as fotos de hoje, como podem ver, ficaram no clima do look.. haha
Eu tava inspirada e resolvi fazer umas poses que tivessem um pouco a ver com a estampa da blusinha e achei que ficou divertido. O que acharam?

E é isso gente. Espero que tenham gostado!
Aos poucos eu vou voltando com tudo pra cá e trazendo novos conteúdos. :)


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