sexta-feira, 24 de fevereiro de 2017

Livro: Os Goonies - James Kahn

Oi gente!!
Tudo bem com vocês?
Espero que sim! :)

E aí, como foi a semana de vocês? Espero que boa! A minha foi muito boa, tirando hoje que estou voltando ao trabalho. E pior, já voltei passando raiva.. ninguém merece, né..
Mas deixa o lado ruim pra lá porque as férias foram boas de mais pra serem estragadas assim e semana que vem ainda tem feriadão de carnaval. ^^

Bom, o post de hoje é sobre mais uma das minhas últimas leituras e o livro da vez é o Os Goonies, que foi uma história criada por Steven Spielberg pro cinema, mas traduzido em livro por James Kahn. Bora a sinopse e capa do livro?


"É verão na pequena cidade costeira de Astoria e os Goonies estão preocupados. Poderosos corretores de imóveis ameaçam ocupar o bairro de Goon Docks para transformá-lo num grande loteamento.
É quando Mikey encontra um velho mapa de piratas e os garotos saem à procura do tesouro que poderá salvar suas caras.
Só que não esperavam encontrar esqueletos armados de espada, uma passagem subterrânea cheia de armadilhas e uma perigosa quadrilha de falsários, ansiosos por eliminar os Goonies.
Mas o grupo fez um juramento de continuar unido, houvesse o que houvesse... E foi a sorte deles, porque ia começar o período mais incrível de suas vidas...
FAÇA O JURAMENTO. JUNTEM-SE À AVENTURA."


Queria começar dizendo que não farei uma comparação com o filme, falarei apenas o que achei do livro, até porque não tenho certeza se já assisti o filme e se por acaso o fiz, faz tanto tempo que não me lembro de mais nada. O que me deixou nessa dúvida se já vi ou não foi o final do livro onde eu tive uma sensação de déjà vu e achei já ter visto o filme na infância.

Mas enfim, esse foi um livro lançado no Brasil pela minha amada Darkside Books. Então não preciso nem comentar sobre a qualidade dele, né!? O livro é lindo. A minha edição é a de colecionador, com uma capa dura meio amarronzada com uma caveira na frente e um detalhe em dourado como se fosse um medalhão com o nome do livro, criador da história e o escritor do livro. Os outros detalhes da capa também são em dourado. As páginas são amareladas, letras em tamanho normal e a minha edição também veio com um poster que de um lado é o mapa que os Goonies usaram em sua aventura e do outro um crânio com algumas informações logo abaixo. Veja fotos ao final do post.

A história do livro consiste em uma turma de amigos que estão em seu último dia juntos, pois todos terão de mudar do bairro que sempre moraram e nesse último dia resolvem se embrenhar em uma misteriosa aventura que envolve esqueletos piratas, cavernas e túneis subterrâneos escondidos, armadilhas perigosas, uma quadrilha de ladrões maus, criaturas desconhecidas e um tesouro perdido. E tudo isso se torna possível graças a forte amizade que os une. Como o próprio Spielberg disse, essa é, além de tudo, uma história sobre amizade e união.

Durante a busca pelo tesouro perdido, Os Goonies passam por várias situações perigosas que colocam suas vidas em risco e alguns até pensam em desistir, mas a verdade é que cada um é uma peça super importante para vencer as armadilhas que as misteriosas cavernas subterrâneas escondem e sozinhos, nenhum deles poderia achar o navio pirata que escondia uma grande riqueza. E no final, quando você acha que a história acabou e está tudo perdido, vem uma surpresa e muda tudo.

Só com isso vocês já podem imaginar como é a história, não é mesmo? Ela tem um ritmo muito bom e a cada página que você lê, você fica mais curioso com qual será a próxima furada que eles vão entrar e como vão sair daquele bizarro lugar. Eu li o livro em três dias, só no tempo que estou dentro do transporte público, mas acredito que se pegasse direto, leria em um dia e meio. É realmente muito rápido e fluído de ler. Vamos agora a mais algumas fotos:







E é isso gente. Espero que tenham gostado.
Depois eu vou procurar o filme pra ver (ou rever) e conto aqui o que achei dele também.
E vocês, me contem, já leram o livro ou viram o filme? O que acharam?
Quem ainda não leu o livro, ficou interessado?


Beijos e até o próximo post! ;***


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terça-feira, 14 de fevereiro de 2017

Bate-Papo #8 - Sobre a Sensação de Não Pertencimento

Ei gente!
Tudo bem com vocês?
Espero que sim!

Antes de mais nada, queria dizer que tô preparando os posts sobre a viagem para postar em breve por aqui. Acho que terei que dividir em duas ou mais partes, já que tenho muitaaaas fotos e bastante lugares pra mostrar pra vocês.. rs
Fiquem de olho que sai em breve! :)

Foto só pra ilustrar o post... ^^'

Mas enfim, o post de hoje é sobre outra coisa. Apenas mais um bate-papo daqueles reflexivos que de vez em quando venho fazer aqui. Sempre que volto de viagem fico MUITO pensativa, reflexiva, filosófica, nostálgica e coisas do tipo e acabo ficando mais propensa a escrever coisas desse tipo.. rs

A verdade é que sempre que viajo, principalmente quando a viagem é muito maravilhosa igual foi a última, eu me sinto totalmente perdida na vida e no mundo. Sou tomada por uma sensação de não pertencimento gigantesca que eu simplesmente não sei lidar, e espero que escrever esse texto me ajude a superar isso.. rs

Não é que viajar me faça me sentir assim, porque na verdade eu sinto isso muitas vezes na vida, mas talvez com menos intensidade. E quando viajo isso bate mais forte em mim. Talvez por não me identificar com o lugar onde moro e com a vida que tô levando e depois que volto percebo isso ainda com mais força. Deixa eu tentar explicar melhor.

Desde nova eu sempre me senti como se fosse a excluída de tudo, porque na verdade eu era mesmo. Quem sofreu bullying sabe bem como é achar que a gente é sempre a bolacha fora do pacote. Aquela que tá sempre boiando em tudo e que não pertence a nenhum grupinho e coisas do tipo. Acontece que mesmo depois de crescer e me encontrar um pouco como ser humano, passar a me identificar com o universo alternativo e tal, eu ainda continuo me sentido assim. Não pertencente a nada. Não representada. Sei lá como explicar...

Eu não sei se isso é fruto dessa nossa sociedade que anda cada vez mais individualista e nos ensina desde cedo a ser assim ou se é algo meu. Não sei se é eu que tô ficando velha, chata e ultrapassada, ou se são as pessoas que estão cada vez mais misturando as coisas.

Vou dar uns exemplos bem bobinhos, mas que ajudam a entender melhor isso. Hoje em dia tenho visto muitas pessoas que aparentemente são alternativas, aderindo aos funks da vida e cantando, dançando e sei lá mais o quê essas músicas. Não que haja algum problema com o funk, afinal de contas ele faz parte da nossa cultura sim, mesmo que muitos não gostem, mas é que antigamente, a maioria dos alternativos simplesmente abominavam a maioria dessas músicas por terem, em sua maioria, letras super escrotas e tal. E hoje em dia tá todo mundo cantando "meu pau te ama" pra tudo que for lado.

Antigamente era possível ver por aí, pessoas ditas alternativas se engajando em causas políticas, estudando as coisas antes de sair falando o que não sabe por aí, lutando por causas igualitárias e tal, mas hoje em dia só vejo gente brigando no facebook pra defender sua pseudo opinião de internet sem estudar de fato sobre o que fala.

Eu sei que o fenômeno das redes sociais também influencia e muito nesse tipo de atitude, afinal de contas, acho que todo mundo anda buscando essa tal sensação de pertencimento que ninguém acha, e jogar seus discursos sem fundamentos na internet para ganhar alguns likes, faz com que as pessoas se sintam pertencentes a um grupo imaginário de pessoas que concordam com ela em algum ponto. Mas isso me soa tão superficial no final das contas...

Outro exemplo é sobre as roupas. Antigamente, os alternativos tinham na moda sua marca registrada. Nada era tão passageiro assim. Mas hoje em dia até mesmo algumas marcas alternativas se valem de tendências, mesmo que apenas do universo alternativo, para continuarem vendendo e vendendo e vendendo. Como se no final das contas ninguém ligasse mais para o sentido daquilo ser identificar um grupo e não apenas lucrar com o capitalismo. E aqui também puxo minha própria orelha por muitas vezes me deixar levar nessas tendências. Sei que a culpa não é totalmente minha, afinal eu cresço e envelheço em uma sociedade que tem me ensinado desde cedo que tudo é descartável. Mas sei que também poderia estar mais atenta a essas coisas.

O que tenho visto é que ultimamente, cada vez mais, o alternativo e o mainstream se misturam e isso me deixa bastante preocupada. Será que um dia essa "globalização" se é que posso chamar assim, vai unificar tanto todo mundo que ninguém mais terá sua própria identidade?

Enfim, o que quero dizer é que no final das contas eu sinto uma tristeza enorme por não conseguir me identificar a fundo com nada. De não me sentir pertencente a algo maior. Às vezes, até mesmo com meus amigos, eu me sinto totalmente fora da "realidade". E sei que isso não é errado, porque as pessoas são diferentes, afinal, mas é que junta com o todo e acabo me sentindo assim, a errada do "pacote". Eu vejo as pessoas na internet e não me identifico com elas. Eu vejo os alternativos na internet e não me identifico com eles. Como se eu fizesse parte de uma outra realidade. Eu admiro muitos, mas não me sinto pertencente ao mesmo mundo que a grande maioria. E por favor, não me venham com papo de religião aqui porque isso vai muito além disso. Eu me sinto perdida por não saber o que eu sei lá que eu teria que saber (olha só o estado da pessoa... rs).

E eu acho que é isso gente.. eu não sou muito boa em explicar as coisas, sabe.. mas espero que alguém tenha entendido um pouco o que eu disse. E se alguém entendeu, poderia comentar aí embaixo o que acha, se também sente algo parecido e tal pra gente trocar uma ideia. ^^


Um beijo a todos e até o próximo post! ;***



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sexta-feira, 10 de fevereiro de 2017

Outfit: Symbols Content

Olá pessoas!
Tudo bem com vocês?
Espero que sim!

Eu tô ótima! Não poderia estar melhor! Tô em viagem e tá sendo tudo muito lindo! Como já era de se esperar, tô numa cidade que tem praia e em breve trarei tudo sobre a viagem aqui pra vocês. Deixa só eu voltar e organizar tudinho. E é justamente por esse motivo que essa semana o blog ficou meio parado. A wi-fi aqui do hotel não tá funcionando no meu computador e acabei não conseguindo liberar postagens antes. Hoje consegui rotear a net do celular e por isso estou aqui.

Mas enfim, o post de hoje é de look. Usei pra ir almoçar na casa de uma amiga e depois usei mais uma vez pra sair pra algum lugar que no momento não me lembro mais, pois já tem um tempinho. Foi no final do ano passado... rs

Nesse look tô estreando essa touca linda da Stooge que eu comprei numa promoção que eles fizeram. Eu já era doida com ela, então aproveitei a baixa de preço. ^^
A calça e o cropped vocês já viram por aqui e o tênis é novo também porque meu antigo já tinha ido por água abaixo. Bora as fotos?







Não se enganem, eu não estava rindo, estava falando... rs

Cropped: SheIn (antiga She Inside) / Calça: Marisa / Touca: Stooge Style / Converse All Star: Calçados Miranda / Chokers: eBay /


Esse batom da foto em breve farei resenha por aqui também. Eu amei de mais ele e preciso indicar pra vocês.

No mais é isso gente. Espero que tenham gostado e fiquem de olho por aqui pra conhecer esse lugar maravilhoso que é Paraty, no Rio de Janeiro.


Beijos e até o próximo post! ;***


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quinta-feira, 2 de fevereiro de 2017

Revistas Alternativas: GOTHIC STATION

Oi gente!
Tudo bem com vocês?
Espero que sim!

E a semana, como tem passado?
Por aqui tudo tranquilo. :)

Bom, o post de hoje é sobre o mais novo projeto do Henrique Kipper e da Flávia Flanshaid. Henrique e Flávia são casados e são frequentadores da cena gótica em São Paulo desde 1990 e 1995, respectivamente. Eles também estão por trás do site Gothic Station que traz informações sobre a subcultura gótica desde 2008. Kipper também é ilustrador, quadrinista e professor de letras e já tem alguns trabalhos lançados voltados para esse universo gótico e alternativo. E Flávia também é psicóloga. Além de tudo isso, os dois também são DJs especializados em tendências góticas e darkwave e produtores de eventos no mesmo estilo.

Sabendo disso, vocês já podem perceber que os dois são bem entendidos sobre o assunto, né!? E sabe o que eles resolveram fazer com todo esse conhecimento? Transmiti-lo, em mais um meio, para os amantes, interessados e curiosos sobre a subcultura gótica. E sabe como? Através de uma revista.

A revista terá o mesmo nome do site, GOTHIC STATION, e seu objetivo é trazer aos amantes e interessados da subcultura gótica, novidades e informação sobre o assunto. E terá matéria para todos os gostos, desde pra quem tem 18 até quem tem 60 anos ou mais.


Só que pra isso acontecer, o Henrique e a Flávia lançaram uma campanha de financiamento coletivo no Catarse para poderem colocar o projeto em prática. E pra quem quiser ajudar, tem 27 tipos diferentes de pacotes, todos eles incluindo uma cópia física da revista.

E ajudando a revista a ser lançada, você não está ajudando só aos dois, mas sim a todos os envolvidos nesse universo como bandas, modelos alternativas (os), escritores, quadrinistas, estilistas, artistas de uma forma geral e muitos outros que terão um espaço com a sua cara para divulgarem seus trabalhos. Além de toda a comunidade gótica que poderá ter acesso a informações precisas e de qualidade sobre a subcultura.

E como tem 27 pacotes diferentes, todos bem diversos e que vão de um preço mais acessível até um mais elevado, todos podem ajudar.

Se você se interessou e gostaria de ajudar, é só clicar no link que deixarei abaixo. Lá vocês também poderão conhecer mais do projeto e dos envolvidos nele.

Ajude a Revista Gothic Station a ser lançada clicando aqui.

Aos alternativos de plantão, principalmente os góticos, ajudem, nem que seja com o pacote mais barato. Assim você ajuda a valorizar a cena e os envolvidos nela. Pra quem vive reclamando que a cena está morrendo, está aí uma ótima amostra de que isso não é verdade!

E é isso gente!
Espero que tenham gostado dessa novidade!
Eu confesso que fiquei bastante animada, até porque é muito difícil você ver esse tipo de projeto por aqui no Brasil. Com certeza apoiarei o projeto e assinarei a revista futuramente, se assim for a forma de adquiri-la. E quem sabe, um dia, vocês ainda não possam ver minha carinha por lá, né!? ^^


Beijos e até o próximo post! ;***


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